O caso que vou relatar aconteceu em minhas últimas férias de julho, na
casa no litoral que temos. Me chamo Lucas e tenho 35 anos; sou normal,
?super? em nada: tenho 1,78 de altura, 82 quilos, olhos e cabelos
castanhos. Faço academia e procuro conter exageros na alimentação. Minha
esposa se chama Tatiane, tem 32 anos e um corpo bem legal, com 1,60 de
altura, uns 60 quilos, cabelos e olhos castanhos, uma bunda bem bonita e
seios de médios para grandes. Temos dois filhos, de 10 e 9 anos.
Bem,
vamos ao caso. Temos quatro casais de amigos e sempre nos encontramos
aos finais de semana, para um churrasquinho ou uma pizza a noite. Nestas
férias, combinamos de ir a nossa casa de praia com um destes casais, o
Gustavo e a Larissa. Eles têm quase a mesma idade da gente e também têm
dois filhos, com 12 e 10 anos. Larissa é alta, tem quase 1,80 mts,
magra, esguia, pernas longas. Trabalhou por muitos anos como comissária
de bordo. Seu maior atrativo, porém, são seus seios. São fantásticos!
São grandes e muito bem desenhados. Ela usa decotes descentes, mas bem
provocantes. Gustavo é meu amigo há muitos anos, desde nossa
adolescência. Tem estatura normal, esta um pouco gordo, mas tem um
grande problema: bebe demais, sempre exagerando nas caipirinhas ou doses
de whisky. Ele é engenheiro e trabalha em uma grande empresa, então só
vinha à praia nos finais de semana.
Passamos a primeira semana
muito bem. Embora fosse época de frio, ficávamos os dias inteiros na
praia, tomando cerveja, caminhando e comendo camarões e peixes fritos.
No 1º. final de semana, Gustavo chegou na sexta-feira a noite. Ficamos
os quatro conversando na varanda, comendo e bebendo caipirinhas. Como
sempre ele exagerou, pois além das batidas de limão, tomou muitas doses
de whisky. Eu fiquei mais nas cervejas e consegui me controlar melhor.
Gustavo começou a fazer piadinhas de mau gosto e a provocar Larissa.
Perguntava se ela estava se comportando bem, se tinha ido caminhar algum
dia sozinha, insinuando que estava a procura de homem. O clima foi
ficando cada vez mais pesado entre ambos, até que em determinado
momento, ele passou dos limites, perguntando se eu tinha vontade de
comê-la. Ela virou um bicho, xingando-o e o mandando calar a boca. Saiu
da área e foi para o quarto, trancando a porta com raiva. Ficou aquele
silêncio, uma situação bem constrangedora. Aos poucos fui falando
qualquer coisa para que aquilo pudesse ser esquecido. Taty também disse
que ia ver as crianças e depois ia dormir. Esse final de semana acabou
para eles, que pouco ou nada se falaram e, quando o faziam, era para
soltarem ?farpas? um para o outro. No domingo a noitinha, Gustavo se
despediu e voltou a São Paulo para a semana de trabalho. Na segunda
feira, como de praxe fomos à praia. Larissa estava muito gostosa, pois
colocou um biquíni novo que havia comprado, que era bem cavadinho e um
pouco pequeno para suportar seus lindos peitos. O dia estava muito
bonito, com bastante sol e sem nuvens. Fiquei até umas 14 horas e disse
que estava a fim de fazer um peixe na brasa. As mulheres disseram que
não queriam voltar, pois estava muito bom e queriam aproveitar com as
crianças. Então saí e fui comprar um bom peixe em um porto de pescadores
próximo dali. Comprei e fui para casa. Chegando lá, preparei uma
caipirinha para bebericar enquanto temperava o peixe. Passados uns 30
minutos, ouvi o portão se abrindo e vi Larissa chegando. Disse que tinha
ido caminhar e voltou a casa para pegar dinheiro para pagar as despesas
da praia. Ofereci a caipirinha e ficamos ali bebendo. Ela estava
vermelha, queimada pelo sol. Eu disse para ela se cuidar, senão poderia
se queimar muito e estragar a semana. Ela disse que iria tomar um banho
rápido e depois passaria o protetor. Dali a uns 5 minutos voltou linda,
cheirosa, com os longos cabelos molhados e ainda escorrendo. Estava com
uma dessas saídas de praia muito bonita, branca com algumas estampas em
azul. Notei de relance que os bicos de seus seios estavam duros e que
não estava de sutiã. Pediu mais caipirinha. Como aquela tinha acabado,
disse que faria mais. Peguei os limões e comecei o preparo. Pedi a ela
que pegasse o açúcar, que estava próximo a ela, em um armário baixo, que
fica a altura dos joelhos. Ela abaixou-se de frente pra mim, mostrando
propositalmente os seios quase que por inteiro. Ficou nessa posição por
um bom tempo e quando voltou ao normal, seus bicos quase furavam o fino
tecido da bata. Imediatamente fiquei de pau duro, mas me contive, por
respeito e medo de estar interpretando de maneira errada aquela
situação. Ela me deu o açúcar e terminei de fazer a caipirinha. Bebemos
um pouco e ela disse que iria voltar à praia, mas antes queria passar
protetor. Foi ao quarto e ao voltar, já estava de biquíni, porém sem a
canga. Começou a passar em seu corpo: primeiro nos braços, barriga,
peito e coxas. Quando tentou os ombros, me ofereci para ajudá-la e ela
aceitou de imediato. Comecei a passar nos ombros. Quando passei no
pescoço, próximo a orelha, ela deu um pequeno suspiro e sua pele mostrou
sinais de arrepio. Não falei nada e continuei a passar. Fui às costas,
espalhando propositalmente uma quantidade excessiva, para ficar mais
tempo acariciando sua pele. Uma pequena quantidade começou a escorrer na
extensão de sua coluna, indo parar muito próximo ao biquíni, bem no
meio de sua bunda. Falei de forma banal, que iria passar a mão ali para
tirar aquele excesso. Ela respondeu afirmativamente com um ?- Hum hum!?.
Quando passei a mão, novamente ela se arrepiou inteira e suspirou bem
mais forte que da primeira vez. Continuei passando os dedos perto de sua
bunda, de forma lenta e em círculos, chegando a entrar com o indicador
um pouquinho em seu biquíni. O ambiente estava se transformando.
Levemente, ela começou a exalar aquele cheiro bem característico de uma
mulher com tesão. Pedi-lhe que se virasse para que pudesse fazer um
melhor acabamento nas laterais de seu corpo. Ela se virou e levantou
seus braços até acima da cabeça. Seus seios ficaram levantados, lindos!
Os dois bicos estavam muito duros e pequenos. Perguntei se podia passar
nas laterais de sua barriga e ela disse que sim, de forma casual. Passei
bastante protetor nas palmas de minhas mãos e comecei a passá-lo em sua
cintura. Ela levantou a cabeça e ficou olhando para o teto, evitando
fixar-se em meus olhos. Esfreguei lentamente, em movimentos contínuos e
circulares e fui subindo até a lateral de seus peitos. Meu pau estava
duríssimo e não estivesse eu de bermuda, a cabeça com certeza estaria
saindo dela. Passei bem devagar na lateral dos seios e ela suspirou
profundamente, deixando claro sua intenção e seu desejo. Eu estava ali,
de frente a uma mulher bonita, com um corpo magnífico, com as mãos a uns
poucos centímetros de sua maior jóia, aqueles peitos maravilhosos! Não
me contive e comecei a alisá-los de leve na parte lateral. Ela se
entregou de vez. Abaixou seus braços entrelaçando-os em volta de meu
pescoço e me deu um beijo forte, molhado, com gosto adocicado e sutil de
limão. Abracei-a e trouxe-lhe até a mim, grudando seu corpo contra o
meu. Ela beijava gostoso e com muita vontade, me fazendo ter uma ereção
incrível, doída até! Passei as mãos em seus cabelos molhados e comecei a
percorrer seu corpo ainda vestido com o biquíni. Parei e fiquei olhando
para ela. Devagar, fui para traz dela e abracei-a por trás, fechando
minhas mãos em sua barriga e encostando meu pau duríssimo em sua bunda.
Ela sentiu e forçou sua bunda contra meu pau, dando um gemido baixo e
longo. Peguei em seu peitos por trás e os acariciei ainda com o biquíni.
Abri seu sutiã e deixei-o cair lentamente, fazendo questão de que o
tecido roçasse em seus bicos. Os seios ficaram expostos, livres. Eram
lindos, muito lindos: aréolas grandes e levemente rosadas e totalmente
duras, com dois bicos grandes e muito duros. Pequenas veias azuis
contrastavam com a clareza de sua pele. Ela cruzou os braços pouco
abaixo deles, deixando-os livres e juntos, uma delícia! Fiquei
apertando-os por trás dela por quase um minuto. Ela estava com muito
tesão. Gemia e esfregava sua bunda no meu pau, hora em movimentos
circulares, hora para cima e para baixo. Empurrei-a para junto a mesa da
cozinha e virei-a de frente. Ajoelhei-me e comecei a alisar e passar a
língua em suas coxas, por fora e na parte interna. Ela abriu bem as
pernas, facilitando o trabalho. Cheguei perto de sua vagina e esfreguei
meu nariz em seu clitóris, ainda por cima do tecido. Ela gemeu alto e
pediu para chupá-la. Fui baixando aos poucos a parte de baixo de seu
biquíni, mostrando uma buceta linda, raspadinha, sem nenhum pelo; nada,
nadinha.... Deixei-a nua, peladinha, como veio ao mundo. Ela ainda
estava em pé e passei a língua em sua rachinha lisa e cheirosa. Ela se
recostou a mesa e sentou-se nela, abrindo bem as pernas e deixando a
buceta exposta, muito aberta. Tinha os lábios grandes, destes que se
parecem com um grande marisco. O clitóris também era acima do normal,
grande e bem durinho. Comecei a lamber o líquido que escorria nas
laterais de suas coxas, próximo às virilhas. Era denso e com um gosto
forte e característico de sexo. Enquanto a chupava, ela gemia e começou a
falar e usar termos que não lhe eram peculiares, como: ?- Isso, chupa
gostoso minha buceta!! Lambe meu grelinho, lambe! Mete a língua bem
fundo, me deixa louca! Chupa maaaais!? Quando estava quase para gozar,
me fez parar, levantou-se, abaixou meu calção e segurou meu pau com
força, enquanto dizia: ?- Ahhh, que pau bonito! Fazia tempo que eu tava
louca pra chupá-lo!? E passou a língua na cabeça, engolindo o líquido
que estava na ponta. Disse: ?- Noooossa, que delícia!!! Adorei! Vou te
deixar louco também!? E colocou meu pau em sua boca, começando a
punhetá-lo. Ela conseguia engoli-lo inteiro, não sei como, mas o pau
passava garganta abaixo e ela literalmente o engolia. Chupava muito bem,
como uma verdadeira puta, como se fosse um sorvete, sugando-o
compassadamente, vezes devagar, às vezes forte. Eu fui aguentando, mas
estava difícil segurar o gozo e eu não queria que acontecesse tão
rápido. Ela percebeu e disse: ?- Quero que goze na minha boca, mas
antes, deixa eu meter com você!? E assim dizendo, apoiou-se na mesa e de
costas prá mim, pediu: ?- Vem, mete logo! Mete que eu quero sentir seu
pau em mim!? Não perdi tempo e coloquei a ponta do cacete na entrada de
sua buceta. Meu pau é normal, com uns 16 cms, mas é um tanto grosso, com
a cabeça grande, lembrando bem um cogumelo. Taty adora quando meto nela
só a cabeça e fico indo e voltando devagar, sem enfiar por inteiro.
Comecei a brincar assim com Larissa. Ela gostou, mas passado um
instante, pediu: ?- Mete logo, vai! Mete, por favor! Mete tudo, põe até o
fim! Faz o que Gustavo tanto quer ver!? Fiquei surpreso e ela
continuou: ?-Vai, come minha buceta logo! O Gustavo fica louco quando
digo que tenho tesão por você!? Não aguentei mais e meti tudo. Fundo,
gostoso, até minhas bolas encostarem em sua bunda. Ela levantou os pés
para facilitar a entrada e ir mais fundo. Sua buceta estava muito
quente, como nunca havia sentido outra igual antes. Estava totalmente
úmida e era relativamente apertada. Fiquei bombando em sua buceta por
uns dois minutos, segurando e apertando seus peitos, até que senti que
ia gozar. Ela gozou antes, o que me fez dar uma parada e segurar mais um
pouco, o tempo suficiente prá ela pedir: ?-Vem, goza na minha boca, que
quero engolir toda sua pôrra!? Se abaixou e colocou meu pau na boca e
ficou me punhetando. Não demorou muito e comecei a gozar, muito e
fortemente. Dei uns três jatos e no último ela tirou da boca e deixou
melar seu rosto e seios. Eu, sinceramente, podia morrer naquele momento,
pois foi o gozo mais sensacional que tive em minha vida. A visão de
minha amiga nuazinha a minha frente; uma mulher com um corpo
maravilhoso, peitos fenomenais, buceta lisinha e ainda por cima com o
rosto e seios lambuzados da minha pôrra, era um sonho realizado, era
demais. Ela ainda passou as mãos pelos peitos, tirando o excesso de
pôrra e lambendo os dedos, me disse: ?- Nossa, foi melhor do que sempre
imaginei! Gozei como há tempos não gozo. Seu pau é muito gostoso!? Se
levantou e pegou no meu pau, que a essa hora já estava meio mole e ficou
brincando com ele, punhetando de leve. Disse: ?- Essa semana eu quero
meter mais com você. Temos que arranjar umas desculpas prá não dar na
vista, fazer alguma coisa, mas quero mais!? E foi a geladeira pegar um
refresco prá nós dois. Ficou pelada mesmo, sem nenhuma vergonha, pudor
ou preocupação de assim estar em minha frente. Tomamos o suco. Ela olhou
no relógio e comentou: ?-Preciso voltar, tá ficando tarde e não é bom
darmos bandeira!? Foi ao lavabo lavar o rosto e os peitos e passou a
ducha higiênica em sua buceta para tirar o cheiro de sexo. Tudo na maior
naturalidade, peladinha, como se eu fosse uma amiga, seu marido ou
amante de há tempos. Veio até mim e me deu um beijo molhado, gostoso,
lento, enfiando sua língua em minha boca de forma invasiva. Essa mulher
sabia tudo de sensualidade e sexualidade. Era uma montanha, um vulcão em
erupção. Eu fiquei ali parado, sem conseguir falar nada, só a
observando. Ela pegou a parte de baixo do biquíni e o colocou, ficando
de topless prá mim. Foi até seu quarto, pegou o dinheiro que precisava e
só então resolveu colocar a parte de cima, sem antes esfregar seus
peitos contra o meu e me dar um beijinho simples. Falei: ?-Tenho que
preparar logo o peixe, prá não dar na vista!? Ela concordou e, antes de
se despedir, abaixou-se e abocanhou meu pau, sugando-o forte. Só então
me dei conta que eu ainda estava pelado. Ela deu uma risada gostosa e
disse, antes de nos despedirmos: ?- Depois te conto sobre as taras de
corno do Gustavo, ok??. Ela se enrolou na canga e saiu a caminho da
praia, enquanto eu vestia meu calção e sentava, não acreditando que tudo
aquilo acabara de acontecer e tivesse sido tão bom.
Um pouco
mais tarde todos chegaram da praia. Fiz o peixe, que ficou muito
gostoso, não sobrando nada além das espinhas normais. Larissa, de
brincadeira, começou a abrir a cabeça do peixe e a procurar alguma carne
para comer. Brincando, disse que ?adorava chupar uma cabeça........ de
peixe, é claro!? E caímos em gargalhadas, sem que Taty percebesse nada.
Mal sabe ela que era pura verdade e, aliás, sabia como ninguém chupar
uma ?cabeça?! Nos outros dias, transamos muito, mas isso fica para um
próximo conto.

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